.
Chippu - A dica do momento

Disponível nas lojas


.
.
.

Loki: Entenda o final da primeira temporada

Vem aí: multiverso

Este texto contém spoilers para o final da primeira temporada de Loki


A conclusão da primeira temporada de Loki é um dos momentos mais importantes do MCU até aqui por uma simples razão. Ela mostra o surgimento do multiverso e prepara o terreno para a chegada do vilão que tem tudo para ser o Thanos dos próximos 10 anos do Marvel Studios.


Loki: Por Todo Tempo. Sempre - Crítica do Chippu

Loki é renovada para segunda temporada pelo Marvel Studios


No final da primeira temporada, Loki (Tom Hiddleston) e Sylvie (Sophia Di Martino) chegam à Cidadela no Fim dos Tempos, local onde reside Aquele Que Permanece, o misterioso fundador da Autoridade de Variância Temporal (AVT). Essa figura quase onisciente é interpretada por Jonathan Majors (Lovecraft Country) e revela-se como o cientista responsável por, na Terra do século 31, descobrir a existência do multiverso.


Ele, então, fez contato com outras variantes de si, compartilhando conhecimento entre os universos e se ajudando. Entretanto, algumas de suas versões (talvez ele mesmo, quem sabe?) foram consumidas pela ganância e começaram uma guerra entre as realidades.


Por isso, Aquele Que Permanece, literalmente a última variante permanecente deste homem, decidiu criar a AVT e impedir que a Linha do Tempo Sagrada se fragmentasse criando novas realidades e, mais importante, novas versões dele mesmo. Se Loki e Sylvie quiserem mesmo matá-lo, vão permitir esse multiverso da loucura.


O Multiverso


Loki se opõe, mas Sylvie insiste em matar o homem responsável por tirar sua liberdade e, após expulsar a variante interpretada por Hiddleston de lá, é exatamente isso que ela faz. Do lado de fora da Cidadela, vemos as consequências. A Linha do Tempo Sagrada se divide e divide até parecer um céu estrelado, cada pontinho brilhante um mundo levemente (ou grandemente) diferente do outro, com diversas versões dos personagens e acontecimentos da Marvel.


Não vai demorar muito para explorarmos isso. Em agosto, a Marvel lançará no Disney+ a série animada What If...?. Cada um dos seus episódios irá mostrar uma realidade diferente através da pergunta "e se...?". Em um, Peggy Carter toma o soro do super soldado, no outro, T'Challa é o líder dos Guardiões da Galáxia. Assim vai.


Mas as três produções mais importantes em termos de multiverso são filmes. Em dezembro, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa trará para o MCU os vilões dos antigos longas-metragens do cabeça de teia. Quem sabe veremos Tobey Maguire e Andrew Garfield por lá também. 


O grande momento, entretanto, será em março de 2022 com Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. O mago interpretado por Benedict Cumberbatch já estará no filme do Aranha, mas é em sua própria história que a Marvel deve pular de cabeça no conceito dos múltiplos universos. Por trás das cenas, este longa está posicionado quase como o Vingadores da era pós-Saga do Infinito. Ou seja, o momento em que a história a longo prazo ficará claro.


Kang, O Conquistador


O terceiro filme a explorar o multiverso será Homem Formiga e Vespa: Quantumania, em fevereiro de 2023. Sua relevância é especial porque o vilão do mesmo será Kang, O Conquistador. E quem vai interpretá-lo? Jonathan Majors.


Em outras palavras, Kang é uma das variantes d'Aquele Que Permanece. Nos quadrinhos, este poderosíssimo vilão viaja entre dimensões e realidades com o objetivo de conquistar todas. Ele é um dos grandes adversários dos Vingadores e o tipo de figura que poderia servir como ameaça nível Thanos dentro do MCU.


A última cena da primeira temporada de Loki é o personagem de Hiddleston voltando para a AVT, mas uma versão onde nem mesmo Mobius (Owen Wilson) o reconhece e vendo que, onde antes havia três estátuas dos falsos Guardiões do Tempo, agora está uma imagem de Majors. O ator claramente terá uma significância gigantesca para a Marvel daqui pra frente.